Quando eu saia de casa todos os dias
Falava pra mim mesma na frente do espelho a seguinte frase:
Não fale !!!
Parecia um corte, um risco, um traço em cada braço
O sangue escorria pelas mãos
E as lágrimas caiam sem limites
Aos meus pés... um penhasco!
Eu que já ia e vinha pra lá e pra cá
Sem você, pensava eu me acostumar
Mas pra que?!
Pra que desse a impressão que doía menos
Me pagava pensando se valia a pena tanta mágoa
E teu reflexo nominal me diz que não valia
E mais uma vez me disse,
E eu tentei...
Mas não ganhei...
Lá estava ela levando uma mão pelos cabelos
Falando da metade que já estava no céu
E a outra que estava na terra
E Yoko.... também participava
Meu coração acelerava...
Precisava do abraço
Precisava do enlaço
Fora tão recíproco
Que me renovara
Fica aqui o lembrete do dito:
- Faz falta isso!!!
Aos Visitantes Ilustres
Tenha a certeza que bons ventos sempre chegam!!!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
Nossa Evolução
Aquilo que era um amor
Se transformou em tantos sentimentos confusos
A platonice
Trocada por abstrações
O teu olhar, mesmo que sem querer
Gerou minha ignorância
Você...
Pessoa que não pretendo...
(na realidade ainda não sei)
Trocar uma palavra!!!
Se transformou em tantos sentimentos confusos
A platonice
Trocada por abstrações
O teu olhar, mesmo que sem querer
Gerou minha ignorância
Você...
Pessoa que não pretendo...
(na realidade ainda não sei)
Trocar uma palavra!!!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
MOMENTO APÓS AQUELES INSTANTES
Começo agora te vendo sentada
Naquele tapete branco felpudo
Cabelo preso com um hashi
Caindo sobre os olhos
Metade oriental, metade ocidental
Aquela bata branca
Caindo em teus ombros
Revelando teu lado esquerdo
Revelando teu coração
Em mãos um vermelho ardente
Em cima das pernas um violão
Preto e lindo pra realçar com teus cabelos!!!
A tua direita uma taça de conhaque
Bem grande, como gostas
Mas dentro havia meia dose de um pró-seco
A tua esquerda um centro
Com tampo de vidro e sustentado por teus livros
As partituras em sua fronte
Para apenas observar e não errar
E alí o teu charuto, que tanto gostas
Regado de um luar sorridente
Minguando numa noite quente
Na tua vista privilegiada
Assim como tua voz bem compassada
Lá está o clarinete (pra mim um sax)
Estava ele em silêncio
E naqueles instantes
Realmente, não era necessário
Naquele tapete branco felpudo
Cabelo preso com um hashi
Caindo sobre os olhos
Metade oriental, metade ocidental
Aquela bata branca
Caindo em teus ombros
Revelando teu lado esquerdo
Revelando teu coração
Em mãos um vermelho ardente
Em cima das pernas um violão
Preto e lindo pra realçar com teus cabelos!!!
A tua direita uma taça de conhaque
Bem grande, como gostas
Mas dentro havia meia dose de um pró-seco
A tua esquerda um centro
Com tampo de vidro e sustentado por teus livros
As partituras em sua fronte
Para apenas observar e não errar
E alí o teu charuto, que tanto gostas
Regado de um luar sorridente
Minguando numa noite quente
Na tua vista privilegiada
Assim como tua voz bem compassada
Lá está o clarinete (pra mim um sax)
Estava ele em silêncio
E naqueles instantes
Realmente, não era necessário
Fui tomar banho para misturar as águas
Os olhos dela cheios de lágrimas das verdades que ele falava
Mas o que são as verdades dele oh Deus meu?!
O bom dele seria o bom pra ela também?!
Não!!!
Definitivamente os que os separa é canônico
Não daria certo hj e nem nunca
Se um deles não der o braço a torcer
Ela não deveria conversar tanto com ele assim
Mas a vontade é enorme
O carinho existe e a saudade vem e vai
Só que as palavras saídas dele em forma de canção
Entraram e não sairam mais
Fracasso?! Não!!!
Apenas realismo puro numa situação romanesca
Tinha cara de folhetim e assim o foi
Rápido e rasteiro
Cresceu, mas não a convenceu
Então foi ela
Em busca de uma igualdade e pasmou
Parecia ser perfeito
Mas era só pra ela
As blogadas realçavam
S I N T O N I Z A V A M
Mas não era definitivamente na direção certa
Ficou em decepção
Ficou momentaneamente em depressão
Ela foi tomar um banho para as lágrimas se misturarem as águas
E ela tentar acalantar seu coração
Mas isso a fez enxergar
Que a cautela tem que haver
Até a fez experimentar um sentimento único
E assim também foi em uma dose única
Uma descoberta do novo
Misturada com gelo e limão
Mas o que são as verdades dele oh Deus meu?!
O bom dele seria o bom pra ela também?!
Não!!!
Definitivamente os que os separa é canônico
Não daria certo hj e nem nunca
Se um deles não der o braço a torcer
Ela não deveria conversar tanto com ele assim
Mas a vontade é enorme
O carinho existe e a saudade vem e vai
Só que as palavras saídas dele em forma de canção
Entraram e não sairam mais
Fracasso?! Não!!!
Apenas realismo puro numa situação romanesca
Tinha cara de folhetim e assim o foi
Rápido e rasteiro
Cresceu, mas não a convenceu
Então foi ela
Em busca de uma igualdade e pasmou
Parecia ser perfeito
Mas era só pra ela
As blogadas realçavam
S I N T O N I Z A V A M
Mas não era definitivamente na direção certa
Ficou em decepção
Ficou momentaneamente em depressão
Ela foi tomar um banho para as lágrimas se misturarem as águas
E ela tentar acalantar seu coração
Mas isso a fez enxergar
Que a cautela tem que haver
Até a fez experimentar um sentimento único
E assim também foi em uma dose única
Uma descoberta do novo
Misturada com gelo e limão
OUTRA PARTE DO MEU HOJE!
E lá estava ela tristinha com seus planos
Fazendo uma força pra não se entregar
Eu lá, só ouvidos
Sentindo a dor que saia de teus poros
Aquele cabelo assanhando
Tentando distrair o momento sufocante
Os óculos travando seu olhar
Aquele escarlate em mãos
O engasgo daquelas palavras
A junção das frases em tom de desabafo e raiva
Sentimento conjunto, eu tb estava com raiva do teu ocorrido
Falasses uma frase que eu vou blogar só pra ela (não digo qual é)
E de repente a lágrima com a canção
Chico, por que começou a tocar?
Conseguimos compartilhar o sentimento, mesmo sem saber qual o era
No facebook tinha o pedido de "socorro"
Mas eu o vira tarde, mas não tarde demais
Nossas idealizações de um momento pós esses instantes
Vai gerar uma outra "blogada"
O mais incrível é a nossa sincronia
Em todas as palavras.
Fazendo uma força pra não se entregar
Eu lá, só ouvidos
Sentindo a dor que saia de teus poros
Aquele cabelo assanhando
Tentando distrair o momento sufocante
Os óculos travando seu olhar
Aquele escarlate em mãos
O engasgo daquelas palavras
A junção das frases em tom de desabafo e raiva
Sentimento conjunto, eu tb estava com raiva do teu ocorrido
Falasses uma frase que eu vou blogar só pra ela (não digo qual é)
E de repente a lágrima com a canção
Chico, por que começou a tocar?
Conseguimos compartilhar o sentimento, mesmo sem saber qual o era
No facebook tinha o pedido de "socorro"
Mas eu o vira tarde, mas não tarde demais
Nossas idealizações de um momento pós esses instantes
Vai gerar uma outra "blogada"
O mais incrível é a nossa sincronia
Em todas as palavras.
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